Saiu vídeo novo no youtube com os melhores momentos do nosso passeio em família! Vai lá conferir!
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terça-feira, 10 de outubro de 2017
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Separação, independência e ansiedade!
Entre 6 meses e 2 anos de vida é possível que a criança sofra com algo chamado "Ansiedade da separação". E porque isso acontece? Imagine... Você passou 9 meses com o bebê dentro do seu corpo, depois que ele nasceu veio colinho, e amamentação e toda proteção que você poderia dar. Imagina a força desse laço!
Até certa idade o bebê não tem ideia de que ele e a mãe são seres individuais, ele pensa que étudo uma coisa só! E vem cá, quem é que não queria ficar coladinho com o neném o resto da vida? Mas chega a hora de voltar a trabalhar, a vida tem que seguir, e a mamãe fica como? Se duvidar sofre mais que o neném.
É só com o passar do tempo, ao adquirir amadurecimento mental, físico e intelectual, que a criança vai conseguir perceber que é um indivíduo próprio – que tem o seu corpo, pensamentos e sentimentos. O processo de individualidade acontece de maneira gradual. E mesmo que entenda essa "separação", ele ainda vai ter a mãe como a maior proteção de todas.
Nessa fase Daniel era muito ligado a mim, não gostava ficar com ninguém além de mim (nem com o pai ou com os avós) então imagina ai como era o rojão aqui em casa! Quando a gente ia pra igreja, no momento do louvor que eu ia cantar, uma amiga nossa ficava segurando ele, aos prantos, até eu voltar! Isso mudou quando resolvi colocar ele na escola (ele entrou na escolinha com 1 ano e 11 meses!), foi um processo também a escola, mas ele aprendeu!
Já Miguel é muito mais tranquilo! Dizem que os filhos geralmente são opostos, e os meus são mesmo rs. Miguel nunca teve problema em ficar com ninguém, desde que nasceu na igreja foi passeando de mão em mão rs
Próxima semana Miguel completa 1 aninho e graças a Deus ainda não entramos na fase da ansiedade! Como preciso trabalhar, contratei uma pessoa pra ficar com eles em casa, e Miguel é super apaixonado por ela! Quando ela chega, ele já vai pra ela e "esquece" de mim e eu consigo sair tranquila, mas também quando eu chego e ele me vê, sai de baixo! Não tem espaço nem pra o beijinho do papai, só quer mamãe! E também tem a questão do peito... Miguel ainda mama, e por passar um período muito longo longe de mim, quando me vê ele só quer saber de leitinho!
Algumas mães vão sofrer mais com essa crise, outras não. Ou possa ser que aconteça como no meu caso, um filho teve e outro até agora não apresentou nada! De toda forma, separei aqui dicas que me ajudaram muito com Daniel! O texto é da Nívea Salgado do blog Mil dicas de mãe!
Até certa idade o bebê não tem ideia de que ele e a mãe são seres individuais, ele pensa que étudo uma coisa só! E vem cá, quem é que não queria ficar coladinho com o neném o resto da vida? Mas chega a hora de voltar a trabalhar, a vida tem que seguir, e a mamãe fica como? Se duvidar sofre mais que o neném.
É só com o passar do tempo, ao adquirir amadurecimento mental, físico e intelectual, que a criança vai conseguir perceber que é um indivíduo próprio – que tem o seu corpo, pensamentos e sentimentos. O processo de individualidade acontece de maneira gradual. E mesmo que entenda essa "separação", ele ainda vai ter a mãe como a maior proteção de todas.
Já Miguel é muito mais tranquilo! Dizem que os filhos geralmente são opostos, e os meus são mesmo rs. Miguel nunca teve problema em ficar com ninguém, desde que nasceu na igreja foi passeando de mão em mão rs
Próxima semana Miguel completa 1 aninho e graças a Deus ainda não entramos na fase da ansiedade! Como preciso trabalhar, contratei uma pessoa pra ficar com eles em casa, e Miguel é super apaixonado por ela! Quando ela chega, ele já vai pra ela e "esquece" de mim e eu consigo sair tranquila, mas também quando eu chego e ele me vê, sai de baixo! Não tem espaço nem pra o beijinho do papai, só quer mamãe! E também tem a questão do peito... Miguel ainda mama, e por passar um período muito longo longe de mim, quando me vê ele só quer saber de leitinho!
Algumas mães vão sofrer mais com essa crise, outras não. Ou possa ser que aconteça como no meu caso, um filho teve e outro até agora não apresentou nada! De toda forma, separei aqui dicas que me ajudaram muito com Daniel! O texto é da Nívea Salgado do blog Mil dicas de mãe!
Como lidar com a ansiedade de separação quando a mãe precisa se ausentar por alguns momentos?
Para que o bebê fique calmo nos períodos em que você precisa sair para resolver seus assuntos, algumas atitudes diárias são importantes:
– Brinque com ele: sabe aquela velha brincadeira de esconde-esconde? Então, ela pode ser útil para que o bebê entenda que os objetos e as pessoas vem e vão. Essa é uma boa maneira de explicar para ele de forma lúdica que, se você saiu por algum tempo, vai aparecer depois.
– Acostume-o com outras pessoas: é importante que o filhote entenda que, além da mãe, outras pessoas podem cuidar dele – como o pai, os avós ou até mesmo a babá. O ideal é que você acostume o pequeno com essas pessoas, aos poucos. Depois, quando precisar sair, você pode deixá-lo com os cuidadores com quem ele já está familiarizado. “Mas como, se ele chora sempre que o passo para outro colo?”, você pode estar se perguntando. Pois minha dica para esses momentos é: ocupe-se! Por incrível que pareça, Catarina reclamava muito menos por estar com sob outros cuidados quando me via em movimento (lavando a louça, limpando a casa, arrumando a mesa… Infelizmente, eu só descobri isso depois de muito tempo!). Agora, se eu ficasse ao lado, parada, enquanto tentava passá-la para alguém, era berreiro na certa!
– Sempre diga tchau: a vontade de sair pela porta sem que o bebê veja, para não lhe causar sofrimento, é grande, mas não ceda. Pois ao perceber que você não está por perto, o pequeno pode entrar em desespero. Por isso, sempre despeça dele e explique que você vai sair, mas logo estará de volta. Mesmo que essa atitude faça o pequeno derrubar algumas lágrimas no início, ela é a mais indicada para que ele entenda – com o tempo – como as coisas funcionam.
– Se sentir que há a necessidade, fique com o bebê até ele adormecer: a ansiedade de separação pode afetar o sono do pequeno. Como ele não vê a mãe por perto, não relaxa e não consegue dormir tranquilo. Por isso, fique com o filhote até perceber que ele realmente pegou no sono. Outro problema pode acontecer durante as sonecas: ao acordar, a criança pode se desesperar por perceber que a mãe não está por perto. Ao ouvir o seu choro, o recomendado é que a mãe vá até o quartinho do bebê para mostrar sua presença e para que o bebê adormeça tranquilamente.
– Mostre a ele que você o ama: beijos, abraços, carícias e até dizer “eu te amo” são atitudes que vão fazer com que o bebê se sinta amado e, consequentemente, protegido. Por isso, reforce o quanto ele é especial na sua vida e mostre a ele que você estará sempre por perto, todas as vezes em que ele precisar – acompanhando o seu crescimento e amadurecimento.
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
Miguel Asaph fez 1!
Meus amores, tudo bom com vocês? Que saudade!
Demorooou mas saiu! Já está disponível no youtube o vídeo falando como foi o primeiro aniversário do nosso Miguel Asaph e todas as fotos estão disponíveis na nossa fanpage no facebook! (clique aqui!)
Demorooou mas saiu! Já está disponível no youtube o vídeo falando como foi o primeiro aniversário do nosso Miguel Asaph e todas as fotos estão disponíveis na nossa fanpage no facebook! (clique aqui!)
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
05 de set - Dia do Irmão!
Quando desconfiei que estava grávida outra vez fiquei paralisada. Por um instante inteiro meu mundo congelou e eu fiquei ali pensando na possibilidade de realmente ter outro filho. Quando li o resultado do exame eu podia concluir que tinha enlouquecido! Meu Deus, como assim eu seria mãe outra vez? Daniel ainda era um bebê precisando de toda minha atenção e cuidado... E como iriamos sustentar uma casa com dois filhos? Por um instante eu pensei que era o fim, mas depois descobri que era só o começo.
Sou filha única, e ao mesmo tempo não sou. Vim "ganhar" um irmão quando tinha mais ou menos 12 anos quando minha mãe se casou novamente e no "pacote" veio um pai e um irmão mais velho. Não tive o prazer de na infância ter alguém pra brincar, ou até mesmo brigar por tal brinquedo ou direitos. Fui criada com meus avós, filha e única neta mulher, imagine todas as regalias e mimos que tive, mas ainda assim, eu era uma criança sozinha. Vim ganhar meu primeiro primo aos 8 anos, então não tive tempo de brincar com ele. Praticamente cresci e casei logo depois disso. Ok, exagerei, mas se for desenhar uma linha do tempo, é mais ou menos assim que
aconteceu.
Meu esposo tem duas irmãs, e apesar da distância entre eles (em km porque uma mora em uma cidade a quase 500km daqui) eles são muito unidos, se preocupam um com o outro e procuram de sua forma cuidar um do outro. E é isso que sempre quis para meus filhos. Hoje tenho um irmão com esse sentimento, não desenvolvemos laços desde a infância, mas desenvolvemos laços do nosso jeito. Hoje meu irmão esta construindo a família dele, tenho uma cunhada e daqui a pouco vou ter um sobrinho... E o sentimento? Ahhh, é de gratidão! Sempre! Porque ter família é ter um pouco do céu aqui na terra!
E é isso que quero pra os meus meninos! Quando os vejo brincando na sala, fazendo bagunça... Até mesmo quando Daniel vem me reclamar que Miguel quer pegar todos os brinquedos que ele escolhe! Gosto de olhar as coisas com um olhar de futuro, hoje eles estão "brigando" pra se entender e serem unidos amanhã. Quero ensinar a eles a importância da família, assim como eu estou aprendendo. Construímos coisas lindas nesse mundo, podemos trabalhar e conquistar casas, carros e muitos bens materiais. E também vem as amizades, muitas amizades boas, se Deus abençoar. Mas naquele momento difícil, difícil mesmo, a família que apoia, ajuda e abraça. Quero isso para meus filhos, que entre eles cresça amor e companheirismo pra quando eu não tiver aqui eles andarem juntos, e pensando "foi assim que a mamãe ensinou!".
Porque terei outro filho?
Depois do sufoco do primeiro parto,
Depois dos primeiros dois anos difíceis do primeiro filho,
Depois de saber de todos os gastos que um filho nos permite ter,
Depois de um longo tempo procurando a cura de uma depressão pós-parto…
E por essas e tantas outras razões, quando a gente anuncia uma segunda gravidez, se depara com boas e “não tão boas” reações…
Algumas pessoas entendem como mais uma benção, outras como “mais problemas”.
Algumas pessoas ficam felizes por você, outras te acham “louca”…
E pra essas pessoas, só posso responder que SIM, EU SOU LOUCA…
Sou louca para que o meu filho sinta o amor de um irmão.
Sou louca para não vê-lo mais brincando sozinho no chão do seu quarto.
Sou louca para ver um cuidando do outro.
Sou louca para ver o amor que existirá entre eles.
Sou louca para ir embora tranquila dessa vida sabendo que na dor, eles terão em quem se apoiar.
Sou louca pra ver a minha casa cheia de amor, de alegrias e de gargalhadas!
Sou louca por que sei que essa vida só faz sentindo quando plantamos coisas boas, e assim levarei a gratidão dos meus filhos por terem um ao outro.
Eu estou fazendo o que eu acredito que seria o melhor para o meu filho e o melhor que eu poderia deixar para ele, seria não deixá-lo sozinho nesse mundo tão cheio de individualidades.Então, antes de julgarem quem quer ter 1, 2 ou 10 filhos, entenda aquilo que ela quer deixar de melhor pro mundo dela.
Susan Chaves
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
Vamos falar sobre amamentação?
Mãezinhas do meu coração,
como eu senti saudade de escrever pra vocês! E também pra quem ainda não é
mãezinha, mas esta aqui me acompanhando do mesmo jeito rs
Agosto chegou, e como
prometido, vamos de post! E com a chegada de agosto, vem uma campanha que eu
particularmente acho linda demais: Agosto dourado, o mês da amamentação! Vamos
falar sobre amamentação?
Algumas pessoas não têm
problema com amamentação, outras sofrem bastante! Eu tive um pouco das duas
experiências... Mas antes de falar das minhas experiências, vamos falar porque
a amamentação é tão importante!
O aleitamento é
prioritário e deve começar ainda na sala de partos. A Organização Mundial da
Saúde (OMD) recomenda como primeiro alimento o leite materno que deve ser
oferecido em exclusivo até aos seis meses. Quando se esta em amamentação
exclusiva, não há necessidade de oferecer água ou chá para o bebê, o leite
materno tem tudo o que o bebê precisa para crescer de forma saudável e adequada!
Claro que vão surgir dúvidas e questionamentos, “será que meu leite é
suficiente?” “Ele chora tanto, meu leite deve ser fraco”
Primeiro: tire isso da sua
cabeça! Não existe leite fraco! Se o bebê mamou e continua chorando, observe
que tem outra coisa incomodando! Pra evitar problemas com a amamentação, é
importante estar bem informada e também confiante! O momento da amamentação é
entre a mãe e o bebê e com o tempo você vai perceber que não existe esse
negócio de “instantâneo” e sim de você e o bebê se adaptarem um ao outro e
conseguirem estabelecer uma forma boa para os dois de amamentação. Sentada,
deitada, onde ficar melhor pra você e o bebê. Conselhos são bem vindos sim, mas
se eles estão atrapalhando mais que ajudando, esqueça e siga seu coração de
mãe. Apesar de defender que não existe esse “instinto materno instantâneo”
também sei que coração de mãe não se engana!
Contraditório, não? Na
realidade não, o que existe mesmo é tempo e experiência. Ser mãe é um “mundo
mágico” em que não existe mágica nenhuma. Mãe mulher-maravilha sem nenhum super
poder, só a boa vontade de dar sempre o melhor para o seu filho! Mas também
vale lembrar que se você esta com dificuldades na amamentação procurem a
orientação de um profissional de saúde ou uma mãe mais experiente, o importante
é não desistir!
Então voltando as minhas experiências...
Fui agraciada em ter um mamilo muito “bom” pra amamentação! Depois da cesárea
fui para o quarto e minutos depois Daniel estava em cima de mim e mamando muito
bem! Graças a Deus não tive problemas com bico rachado, falta de leite e outras
coisas, tive todo o apoio do mundo, e mesmo sendo mãe de primeira viagem tive
um período de amamentação muito bom. Consegui amamentar exclusivamente até os cinco
meses, quando começamos a introdução alimentar, mas a amamentação continuou até
os dois anos. Meu único arrependimento: Pequei pelo excesso. Amamentei Daniel
enquanto podia, em todo canto a toda hora, e ele ficou viciado. O desmame do Daniel
foi um processo complicado, estressante e doloroso, coisa que eu pretendo
corrigir com Miguel!
| Miguel Asaph - Livre Demanda! |
Falando do Miguel, quando
chegou ao quarto foi do mesmo jeito, meu bezerrinho não me deu trabalho nenhum
pra pegar o peito, quem teve trabalho foi eu. Conciliar meu resguardo com uma
criança de três anos não foi fácil, a pressão psicológica foi ainda maior do
que “ser mãe de primeira viagem”. Esse mundo da maternidade tem muitos tabus,
um deles é que se você já tem um filho já sabe de tudo... Mentira! Todo filho é
um aprendizado. Miguel chegou ao mundo, e eu estava com esse pensamento, já que
não tive problemas com Daniel, dessa vez vai ser fácil... Bum, outra mentira! Meu
peito começou a rachar, quando ele ia mamar sentia a puxada arrancando a
casquinha, ai meu Deus, gosto nem de lembrar. Sossego na hora de amamentar?
Sentar numa cadeira de balanço, levantar os pés e cantar enquanto o neném se
alimenta? Que nada! Dormir? Pior ainda! Nem tudo na maternidade são flores, nem
muito menos espinhos. Dou créditos à bepantrix (genérico do bepantol porque né...
rsrsrs) que ajudou na cicatrização nas feridas, mas acima de tudo dou créditos a
mim: não desisti!
Com a maternidade aprendi
que a gente sempre tem um pouquinho mais pra tirar, quando to cansada, consigo
ficar um pouco mais acordada fazendo meu filho ninar, quando ta doendo consigo esquecer
a minha dor pra cuidar do dodói dele. Aprendi a renunciar meu bem estar e o
direito que tinha sobre meu corpo, pra alimentar meu filho. E mais que
renunciar meu corpo, renunciar meu pensamento sobre conceitos pré formados a
respeito da maternidade. Alimentar meu filho é uma dádiva, sim, mas também
aprendi a não me martirizar quando precisei dar fórmula pra trabalhar. Dei o
meu melhor, acima de tudo!
Recado para as mãezinhas
que não conseguiram amamentar: vocês também são fortes, por quebrarem correntes
na mente de que somente o neném é forte quando mama! Mãe que dá formula também
cuida, porque renuncia o fato de pensar pela cabeça dos outros e decidir o
melhor para os seus filhos. Viva as mamadeiras!
terça-feira, 1 de agosto de 2017
Dominando a arte de ser Mãe!
| Adicionar legenda |
Esses dias
estive pensando como é uma arte ser mãe... E ainda conseguir executar todas as
outras tarefas propostas. Só quem passa sabe o tanto de pressão e cobrança que
existe nos ombros de uma mulher. Vendo fotos antigas, quando Daniel nasceu e
observando toda a nossa história vejo o quanto desenvolvi como mulher e como
mãe... Como pessoa e como ser humano. A maternidade me deu outros olhos, e hoje
toda minha vida é diferente. Sim, eu aprendi a dominar a arte que é ser mãe,
ser mulher, ser esposa, ser filha, ser pessoa, ser cidadã e ser líder.
![]() |
| Daniel com 1 ano! |
Vejo as
fotos de quando Daniel nasceu. Que experiência eu tinha? Ou até mesmo, o que de
bom eu sabia que pudesse dar para meu filho? Escutei muito falar desse tal
“instinto materno” que parece que liga instantaneamente quando você vê seu
filho, mas eu fiquei procurando onde era o botão que apertava pra ele ligar! É
mentira que todas as mães são iguais! Esse “instinto materno” não chegou aqui,
o que tinha era uma mãe com os seios doendo, o corte da cirurgia coçando,
querendo fazer mais e não podia. O bebê chorava no berço, eu não podia levantar
por causa da cesariana, enquanto esperava o pai acordar pra trazer o neném pra
mim só conseguia pensar o tanto que meus seios doíam e eu queria dormir mais um
pouco! Só sabe quem passa mesmo... Mas eu consegui dominar esse meu pensamento
e cuidar do meu filho antes de cuidar de mim!
| Dia de praia em Camocim-CE (Julho 2017) |
É
completamente normal se sentir despreparada, afinal ali é sua primeira viagem e
nenhum bebê vem com manual de instruções, por mais que existam livros e livros
com dicas maravilhosas, é no dia-a-dia que você vai desenvolvendo seu jeitinho,
passando a conhecer o choro do neném, adaptando a rotina dele a sua, aprendendo
a dominar a arte de ser mãe. E quando você pensa que já deu certo, e aprendeu
tudo, seu bebê passa de fase e é tudo de novo! Do braço para os primeiros
passinhos, os dentes, as primeiras palavrinhas, depois chega a hora de ir pra escola
e esse ciclo nunca para!
Ser mãe é
uma descoberta diária, um trabalho que nunca para, mas a recompensa também não!
Ser mãe tem seus desafios e maratonas, e seus troféus invisíveis! Ser mãe exige
de um ser humano muitas vezes algo que não podemos suportar, é amar
incondicionalmente, é se doar sem esperar retorno, é renuncia... Mas também é
recompensa!
quinta-feira, 22 de junho de 2017
MÃE DE DOIS - As diferenças na gestação PARTE III (3º trimestre) + RELATO DE PARTO! (resumo) + MUITAS FOTOS!
Oiii
meus amores, sentiram minha falta? Finalmente chegamos ao ultimo e tão esperado
terceiro trimestre! Já tem gravidinha ai riscando calendário? Essa era minha
situação!
| DANIEL KESLEY NA BARRIGA! |
| MIGUEL ASAPH NA BARRIGA! |
Já
com Miguel foi bem diferente, já tinha uma cama melhor que me permitia dormir
melhor, o problema era um pequeno ser querendo atenção o tempo inteiro! Com
toda a preparação para a chegada do irmão mais novo, ele sentia mais
necessidade de me ter por perto, e eu tinha por obrigação de atender a
necessidade dele, afinal era meu bebezinho que ia deixar de ser o menininho da
casa pra ser o senhor irmão mais velho responsável por bla bla bla... Falando
em trabalho, como eu dormia melhor, minha disposição pra trabalhar ficou bem
tranquila até o final da gestação, então eu trabalhei bom o barrigão enquanto
deu. E eu cuidei bem do meu guarda roupa pra que ele durasse até o final, com
peças minimalistas (ok, algumas não eram) e que fossem bem versáteis. Nesse
quesito, apostei em bazar, porque as peças de grávida tem um preço bem salgado,
e logo no final da gestação vem um abuso inexplicável por usar essas peças
durante 9 meses consecutivos!
| COM DANIEL RECÉM NASCIDO NO QUARTO! |
Falando
em parto... Com 36 semanas da gestação do Daniel, meu medico Dr Carlos Arcanjo
(Médico da família, não troco por nada, obrigada!) marcou minha cesárea para o
dia 25 de março! Estava tudo preparado, é claro, e a ansiedade dominava! Mas,
um probleminha, Daniel estava com mais pressa que eu! Na quarta feira, dia 20
de março eu comecei a sentir um incomodozinho no “pé da barriga”, e como nesse
período tudo era sinal de alarme, comecei a me preocupar. Mas não tanto, porque
eu já tinha preparado toda uma equipe cirúrgica alguns dias antes por um alarme
falso, então resolvi dar tempo ao tempo. Essa foi a noite mais longa da minha
vida! Não dormi nadinha, com aquela dor crescendo, aumentando a freqüência, mas
nada de bolsa estourar. Pela manhã minha mãe ligou para o dr Carlos e ele
estava em Recife em uma conferencia da Unimed. Nesse momento foi o fim,
desespero tomou conta de mim. Sempre achei muito lindo essa história toda de
parto humanizado, mas aquela dor já estava me enchendo o saco, e eu estava
pronta pra Daniel chegar, porque esperar mais? Meu pai conhecia um médico super
de confiança que era da mesma igreja dele, que aceitou de boa me consultar, e
depois da consulta já me enviou direto para o hospital da Unimed onde eu daria
a luz! Ás 14h21 do dia 21 de março chegou meu Daniel Kesley!
| COM MIGUEL ASAPH, JÁ NO QUARTO! |
Com
Miguel eu estava decidida a esperar ele vir naturalmente (sim, é possível ter
um parto normal depois de uma cesárea!), porque meu período de resguardo do
Daniel foi bem tenso, quase desenvolvi uma depressão pós parto sem ninguém
perceber, mas isso é assunto para outro post! Então esperei... Esperei... Esperei
e nada! Com 40 semanas de gestação o dr Carlos marcou minha cesárea, então foi
aquela correria! Quando a gente é mãe de “segunda viagem”, a gente fica toda tranquila
e relaxada achando que já sabe de tudo, então fiquei bem “de boa” com organizar
as coisas, e isso me causou um problemão! Era eu indo pro hospital e minha mãe
engomando roupinhas, decidindo quem ia dormir comigo no hospital (claro que era
ela!) e quem ia ficar com Daniel em casa, me levando para o salão... Sim, para
o salão! Miguel ficou marcado pra nascer dia 15 de setembro, então dia 14 eu
fiz unha, cabelo, depilação, design de sobrancelha e tudo que tinha direito!
Mãe vaidosa é assim mesmo! Inclusive tinha uma nécessaire de maquiagem na minha
bolsa de maternidade (que quase não deu tempo usar, mas ajudou bastante!)
| MEUS MENINOS! DANIEL E MIGUEL COM 1 MÊS! |
Então
as 6h da manhã eu estava mais uma vez no hospital da Unimed, me preparando para
a chegada do meu pequeno... E descobri que apesar de já ter passado por tanta
coisa, eu sempre seria uma “mãe de primeira viagem” porque cada gestação e cada
filho tem sua peculiaridade. Entrei na sala para me prepara sozinha, a
enfermeira tinha “esquecido” que minha mãe tinha sido autorizada a me
acompanhar, então eu fiquei mais tensa que o normal! Quando minha mãe entrou na
sala foi um alivio muito grande, Dr Carlos e ela procuraram me tranqüilizar bastante,
mesmo assim ainda vomitei duas vezes, não sei o motivo. Miguel Nasceu as 7h32 e
foi uma emoção! Depois quando já estava no quarto, meu médico veio me explicar
que foi muito bom que eu não tivesse sentido nenhuma contração, porque a parede
do meu útero estava muito fina e eu não suportaria um parto normal, seria
prejudicial para nós dois. Eu chamo isso de milagre de Deus! Não tive a
oportunidade de “parir”, mas tenho a marquinha do amor, porque só quem é mãe de
cesárea sabe o que passa!
quinta-feira, 25 de maio de 2017
MÃE DE DOIS - As diferenças na gestação PARTE I (1º trimestre)
Oooooi
mãezinhas e amores da minha vida, tudo bom com vocês? A pedidos vou começar
aqui no blog uma série de posts, vão ser várias séries, de assuntos diferentes,
assim fica mais fácil deixar o blog atualizado e compartilhar mais coisas com
vocês hehe.
A primeira
série de posts vai ser falando sobre as diferenças nas minhas gestações! A
série Mãe de dois vai ter outros
temas sim, mas a pedidos de uma leitora linda vou falar sobre esse tema
primeiro! A série vai ter exatos três posts, pois vou dividir por trimestres
assim como a gestação! Então vamos lá, rs.
Hoje os
meninos são opostos como sol e lua, mas meu primeiro trimestre de gestação não
foi tão diferente. Primeiro vale lembrar que o primeiro trimestre vai da 1ª a
13ª semana, é um período super importante na formação do bebê (sim, eu chamo de
bebê logo, sei que é um feto, mas acho essa palavra tão sem sentimento que
prefiro não usá-la), todo cuidado é pouco, porque essa fase é a mais crítica
para abortos e mal formações! Esse chega a ser um período muito tenso, mais que
nunca é hora de se cuidar, se imunizar contra as doenças e começar o pré natal o quanto antes possível!!! As mudanças hormonais nesse período são
bruscas, seu corpo não está acostumado a trabalhar por dois e você vai precisar
mais que nunca de mais nutrientes.
No primeiro
trimestre o sono e cansaço parecem não ter fim! Na minha gestação do Daniel
cheguei a dormir 17horas seguidas, e quando acordei ainda estava sonolenta! Sem
contar os enjôos... Não gosto nem de lembrar! Enjôos matinais, enjôo com
cheiro, com comida, com tudo (inclusive com o esposo hehehe)! Chegava a vomitar
varias vezes durante o dia, era um tormento! Se isso também acontecer com você,
não se assuste porque tudo isso é perfeitamente normal!
Com minha
gestação do Miguel foi igualzinho, tirando que eu não tive o prazer de dormir
tantas horas porque entre cuidar do Daniel que ainda tinha 2 aninhos e alguns
meses, ainda tinha que cuidar da casa e trabalhar! Nessa parte, a compreensão
do esposo foi importantíssima, porque não existe ser humano perfeito que
consiga fazer tudo! E meus enjôos foram mais fortes também... Cheguei a
emagrecer 7kg. L Em compensação não tive problemas
com perfumes e cheiro de comida!
Descobri
minha gestação do Daniel com 5 semanas, já do Miguel só descobri com 8 semanas!
Isso atrasou um pouco meu pré natal do Miguel, mas como a diferença de uma
gestação pra outra foi pequena, já havia tomado todas as vacinas necessárias,
então não foi beem um problema isso!
Pra quem me
perguntou, nenhuma das minhas gestações foi planejada, mas isso não significa
que eu não ame meus meninos de uma forma incondicional! Apesar de não terem
sido planejados, foram as melhores coisas que aconteceram comigo! Então ame
seus bebês, aproveite sua gestação ao máximo, porque é uma sensação
indescritível carregar uma criança no ventre, e o tempo é uma coisa que passa
num piscar de olhos! Então aproveite o máximo, porque quando dizem que da saudade da barriga, é verdade!
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